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Bolsonaro deixa claro que não vai tomar a vacina e reafirma que ela não será obrigatória

Bolsonaro deixa claro que não vai tomar a vacina e reafirma que ela não será obrigatória

Na noite desta Segunda-feira, 14 de Dezembro, o Presidente Jair Bolsonaro afirmou que assinará medida provisória que libera R$20 bilhões para a compra dos imunizantes e que a vacinação não será obrigatória:

“É universal, à disposição de quem quiser. Mas tem que ter responsabilidade. O fabricante fala que não é responsável por efeito colateral nenhum”, afirmou Bolsonaro em entrevista ao apresentador da Band, José Luiz Datena.

E afirmou que não tomará a vacina:

“Eu não vou tomar vacina e ponto final. Minha vida está em risco? O problema é meu”.

O Presidente Bolsonaro reafirmou na saída do Palácio da Alvorada, em conversa rápida com apoiadores, que a vacinação será facultativa, e disse que quem tomar terá que assinar o termo de responsabilidade:

“Não é obrigatória. Vocês vão ter que assinar o termo de responsabilidade, se quiserem tomar. A Pfizer é bem clara no contrato: ‘Não nos responsabilizamos por efeito colateral’. Tem gente que quer tomar, então toma. A responsabilidade é sua. Para quem está bem fisicamente, não tem que ter muita preocupação. A preocupação é o idoso, quem tem doença”, acrescentou o Presidente.

O assunto de obrigatoriedade está em discussão há alguns meses, desde que o Governador do Estado de São Paulo, João Doria, disse que faria com que a vacina fosse obrigatória no Estado, e que as pessoas que não tomassem sofreriam “medidas legais”.

O Presidente Bolsonaro já afirmou diversas vezes que não será obrigatória, e já foi bem enfático quanto a isso.

Fonte: Revista Oeste, Conexão Política

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