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Ciro Gomes afirma que Sérgio Moro e Luciano Huck não são bons candidatos para 2022

Ciro Gomes afirma que Sérgio Moro e Luciano Huck não são bons candidatos para 2022

O assunto que veio à tona recentemente foi de uma potencial chapa entre o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro e o apresentador da Rede Globo, Luciano Huck.

Os dois supostamente estão negociando uma parceria para a candidatura para a Presidência da República em 2022, e segundo a Folha de São Paulo, o apresentador visitou o ex-ministro em sua casa para discutir detalhes.

Rapidamente quem se pronunciou foi Ciro Gomes, o ex-candidato em 2018 que já é um potencial candidato para as próximas eleições.

Ciro, do PDT, virou a alternativa da esquerda que não quer mais saber do PT, e para ele Sérgio Moro é de extrema-direita.

Além disso, afirmou que “No dia em que Doria, Huck e Moro forem de centro, eu sou de ultraesquerda, o que eu nunca fui”. Aparentemente Ciro está alinhado a Rodrigo Maia, que afirmou nesta Segunda (9) que Sérgio Moro é de extrema-direita.

Veja abaixo as declarações de Ciro Gomes, que falou com jornalistas na saída do evento de campanha, em um galpão na Barra Funda (zona oeste):

“Moro vendeu a toga em troca de um cargo e é um cara da extrema direita. O Moro se veste como os fascistas italianos da década de 30. O Moro é fascista”.

Sobre Luciano Huck, ele disse o seguinte:

“O Luciano Huck é um apresentador de televisão. Ok, é uma tarefa das mais dignas. Isso o prepara para enfrentar a maior crise social e econômica do Brasil? Isso o habilita a ser [presidente]? Só a irresponsabilidade de algumas pessoas da elite brasileira é que permite a gente acreditar nisso”.

Para Ciro Gomes, o único nome elegível para concorrer em 2022 é João Doria, atual Governador de São Paulo:

“Foi um prefeito que mentiu para o povo, ele disse muitas vezes que não deixaria [a prefeitura] e largou. Foi eleito governador, está fazendo um governo muito ruim. Mas tem legitimidade, pode chegar e dizer: eu não sou um apresentador de televisão que nunca administrou nada.”

Fonte: Folha de SP

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