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General Eduardo Pazuello será efetivado como Ministro da Saúde

General Eduardo Pazuello será efetivado como Ministro da Saúde

Foi divulgado nesta Segunda-feira, 14 de Setembro, uma notícia que deixará a oposição do Presidente Bolsonaro sem argumentos em relação ao Ministério da Saúde.

Após quatro meses como Ministro Interino da Saúde, o General Eduardo Pazuello será efetivado no cargo. A cerimônia de posse ocorrerá na Quarta-feira, 16 de Setembro.

Neste momento, a esquerda e basicamente toda a oposição ao Governo usam o fato do General não ser um ministro efetivado como argumento para dizer que “estamos sem ministro da saúde” há meses, e por isso a situação da Covid agravou-se no país.

Entretanto, diversas pessoas tem a opinião contrária, como o Senador Ciro Nogueira, que afirmou que até hoje não teve um ministro melhor que Pazuello:

“A mídia está criticando absurdamente o Ministro da Saúde, que é o General, é interino. Nós nunca tivemos um ministro tão bom como esse agora”.

Segundo o Senador, o antigo Ministro da Saúde, Luiz Mandetta, falava muito e fazia pouco, a não ser dar entrevistas durante todo o dia e “bancar o herói” diante as câmeras.

O General Pazuello assumiu interinamente o comando da Saúde em 16 de Maio. Ele substituiu Nelson Teich que ficou um mês no cargo, tendo substituído Luiz Henrique Mandetta.

Nesses quatro meses, Pazuello defendeu o tratamento precoce de Covid-19 e a autonomia de estados e municípios na adoção de políticas de isolamento social. Com ele à frente da pasta, o Ministério da Saúde estabeleceu uma nova diretriz com orientações para o uso precoce da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, inclusive para casos leves.

Ao mesmo tempo, o ministro destacou que não vê nada de errado em questionar o uso do fármaco para esse fim.

General do Exército, Pazuello é especialista em logística. O militar foi coordenador logístico das tropas do Exército durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, além de ter coordenado as operações da Operação Acolhida, que presta assistência aos imigrantes venezuelanos que chegam a Roraima fugindo da crise política e econômica no país vizinho.

Fonte: Agência Brasil

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