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General Mourão sobre as ações do Celso de Mello: “além de irresponsável, é intelectualmente desonesta”

General Mourão sobre as ações do Celso de Mello: “além de irresponsável, é intelectualmente desonesta”

Nesta última quarta-feira (3 de Junho) o Vice-Presidente Hamilton Mourão deixou duras críticas aos movimentos “antifascistas” que tem causado grande destruição, vandalismo e violência.

Mourão escreveu um artigo para o Estadão, onde se expressou em apoio à real democracia:

“Imagens mostram o que delinquentes fizeram em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Registros da internet deixam claro quão umbilicalmente ligados estão ao extremismo internacional.”

Ainda completou dizendo que os baderneiros são caso para polícia resolver, e não política.

O vice fez um questionamento em relação a que ponto esses vantalismos disfarçados de manifestações querem chegar:

“Aonde querem chegar? A incendiar as ruas do País, como em 2013? A ensanguentá-las, como aconteceu em outros países? Isso pode servir para muita coisa, jamais para defender a democracia. E o País já aprendeu quanto custa esse erro.”

Em outro trecho Mourão também questiona se esses crimes são realmente defesa da democracia:

É lícito usar crimes para defender a democracia? Qual ameaça às instituições no Brasil autoriza a ruptura da ordem legal e social? Por acaso se supõe que assim será feito algum tipo de justiça?

O Vice-Presidente também criticou de forma indireta o Supremo Tribunal Federal, mais especificamente o Ministro Celso de Mello, que fez comparações do Governo Bolsonaro com Hitler em e-mai enviado aos colegas no último final de semana:

“É forçar demais a mão associar mais um episódio de violência e racismo nos Estados Unidos à realidade brasileira. Como também tomar por modelo de protesto político a atuação de uma organização nascida do extremismo que dominou a Alemanha no pós-1.ª Guerra Mundial e a fez arrastar o mundo a outra guerra. Tal tipo de associação, praticada até por um ministro do STF no exercício do cargo, além de irresponsável, é intelectualmente desonesta.”

Mourão finalizou o artigo dizendo que “quando a opinião se impõe aos princípios, todos perdem a razão. Em todos os sentidos.”

Fonte: Estadão

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