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Governo Bolsonaro e Congresso Nacional estão alinhados novamente, e isso é ótimo; veja o porquê

Governo Bolsonaro e Congresso Nacional estão alinhados novamente, e isso é ótimo; veja o porquê

Nas últimas semanas, comentamos aqui no site sobre as novidades dentro do Congresso Nacional, envolvendo as eleições que trouxeram dois nomes para a presidência da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Com o apoio do Presidente Jair Bolsonaro e Deputados de sua base, Arthur Lira venceu a Presidência da Câmara e Rodrigo Pacheco tornou-se o novo Presidente do Senado, substituindo Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, respectivamente.

Pouco antes das eleições, Rodrigo Maia mostrou totalmente sua oposição ao Presidente Bolsonaro, e não à toa muitos projetos de lei, medidas provisórias e projetos desenvolvidos pelo Governo Federal foram engavetados e vários deles chegaram a “caducar” por inatividade.

Logo após os novos parlamentares assumirem a liderança dentro do Congresso, as coisas começaram a “destravar”, e é exatamente isso o que o Brasil precisa nesta reta final do mandato de Bolsonaro.

Em declaração, o Presidente da Câmara Arthur Lira disse na última semana que a ideia é desengavetar os projetos que estão parados:

“A pauta não é feita por esse presidente, foi feita e publicada na quinta-feira (4) na reunião de líderes. A maioria nessa Casa vai prevalecer, respeito o debate, mas basta de engavetamento para atrapalhar o Brasil de crescer propositalmente”.

Em um tom totalmente diferente de Rodrigo Maia, que soltava críticas constantes a Bolsonaro, Arthur Lira mostra-se importar com os projetos do Governo Federal, e quer que as coisas caminhem.

Na última Sexta-feira, 12 de Fevereiro, os presidentes da Câmara e do Senado reuniram-se com o Ministro da Economia Paulo Guedes e reafirmaram o alinhamento para que haja uma continuidade do Auxílio Emergencial e da Vacinação.

“Nessa reunião externamos ao ministro Guedes e ao ministro Ramos (Eduardo Ramos, ministro da Secretaria de Governo) o que é o desejo e expectativa do Congresso em relação a esse momento. A prioridade absoluta é vacina e auxílio emergencial, que só deixarão de ser prioridade quando a pandemia acabar”, afirmou Pacheco.

“Nossa expectativa é que possamos ter no mês de março, abril, maio e, eventualmente, em junho o auxílio emergencial”, disse Pacheco. 

E é claro, tanto o Congresso quanto o Governo Federal estão preocupados com a responsabilidade fiscal, para que não corra o risco de um processo de impeachment como foi no caso de Dilma Rouseff:

“Nosso compromisso é com a saúde, a vacinação em massa e o auxílio emergencial, com o compromisso com a responsabilidade fiscal”, disse Guedes.

Agora resta esperar que haja continuidade nesta parceria entre o Congresso e o Governo Bolsonaro, para que as reformas sejam aprovadas e os projetos de lei que fazem parte da campanha do Presidente da República sejam concretizadas. Sem dúvida a reeleição em 2022 terá total influência com o apoio do Congresso em aprovar os planos de Bolsonaro.

Fonte: Gazeta Brasil

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