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Hoje foi provado que Bolsonaro não tinha envolvimento com a Polícia Federal

Hoje foi provado que Bolsonaro não tinha envolvimento com a Polícia Federal

Na manhã desta quarta-feira (27 de Maio) o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, mandou a Polícia Federal a 29 endereços para realizar busca e apreensão de computadores e celulares de jornalistas, deputados e blogueiros influentes que estão alinhados ao Presidente Jair Bolsonaro.

Dentre os investigados estão o Allan dos Santos, do site Terça Livre, Luciano Hang, da Havan, Bernardo Kuster entre outros diversos jornalistas que são influentes na internet e possuem centenas de milhares de seguidores.

Esse mandado de busca e apreensão faz parte do inquérito das fake news, que é conduzido por Alexandre de Moraes — o qual já censurou a revista Crusoé e o site O Antagonista.

Alexandre de Moraes mandou o bloqueio das redes sociais de todos os investigados da operação.

Sérgio Moro aproveitou a ocasião para se manifestar no Twitter e apoiar esta investigação contra a liberdade de expressão:

“A Polícia Federal tem que trabalhar com autonomia. Que sejam apurados os supostos crimes no RJ e também identificados os autores da rede de fake news e de ofensas em massa.”

O curioso dessa situação toda é que realmente pudemos comprovar que o Presidente Jair Bolsonaro não tem interferência alguma na Polícia Federal, pois se realmente tivesse ele não permitiria que a PF fizesse busca e apreensão contra os seus próprios apoiadores.

Os fatos de hoje jogam por água a baixo toda a tese de Sérgio Moro, que tentou de todas as formas culpar Bolsonaro de interferência para fins pessoais na Polícia Federal.

No site Change.org há uma petição brasileira para recolher assinaturas de repúdio pela tentativa de censura do Ministro Alexandre de Moraes. No texto da petição há 8 itens em que o ministro feriu a Constituição:

1) Viola o Sistema Acusatório (juiz não pode investigar, apenas o MP e a Polícia);

2) Ofende o Princípio da Livre Distribuição (o juiz que, no futuro, julgará o caso, não pode ser escolhido, deve haver um livre sorteio entre os juízes);

3) Não investiga fatos objetivos e específicos, “Fake News” não é um crime tipificado no Código Penal, e “ameaças ao STF e familiares” é extremamente vago;

4) Os supostos crimes não ocorreram nas dependências do STF, assim não há competência (processual) da Suprema Corte;

5) Deve-se lembrar que a ex-PGR Raquel Dogde, no ano passado, ARQUIVOU referido inquérito. Contudo, o arquivamento não foi acolhido pelo STF.

6) No ano passado, uma revista foi censurada pelo inquérito das “Fakes News”, e diversas pessoas sofreram busca e apreensão, na minha opinião, indevidas, sendo violada a Liberdade de Expressão.

7) Investigados não conseguiram ter acesso ao Inquérito em questão, em afronta à própria Súmula Vinculante 14 do STF, que autoriza ao advogado do investigado vista dos autos.

8) Na data de hoje, outras buscas e apreensões igualmente indevidas foram realizadas. No meu entender, tudo seria NULO de pleno Direito.”

Fonte: Change.org, CNN Brasil e Conexão Política

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