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Jornalista brasileira menospreza a tragédia em Beirute e vira alvo de críticas

Jornalista brasileira menospreza a tragédia em Beirute e vira alvo de críticas


Nesta terça-feira, 4 de Agosto, aconteceu uma grande explosão na cidade de Beirute, no Líbano, e causou grande comoção mundial devido à gravidade da tragédia.

Muitas pessoas foram mortes neste desastre, e segundo fontes o impacto foi tão grande que pôde ser sentido em diversas áreas da capital e até no Chipre, ilha mediterrânea situada a cerca de 200 quilômetros de Beirute.

O cenário foi de destruição e os moradores da cidade ficaram em pânico.

Veja abaixo um vídeo que mostra o cenário “pós-apocalíptico” que ficou na cidade de Beirute:

O Presidente Jair Bolsonaro se solidarizou com as vítimas da explosão:

“Profundamente triste com as cenas da explosão em Beirute. O Brasil abriga a maior comunidade de libaneses do mundo e, deste modo, sentimos essa tragédia como se fosse em nosso território. Manifesto minha solidariedade às famílias das vítimas fatais e aos feridos.”

Entretanto, alguns jornalistas utilizaram desta situação para “lacrar” e tirar proveito da situação, como foi o caso da jornalista Vera Magalhães, do “Roda Viva”, conhecida pelo seu progressismo e pautas de esquerda, comentar o seguinte:

“As imagens da explosão no Líbano são impressionantes. Mas pensemos, como exercício, que nas últimas 24 horas morreram 1.378 aqui, no Brasil. Em Beirute, até aqui, são 78 os mortos. Pelos critérios de proximidade e proporção, a manchete é a pandemia galopante no Brasil”

Rapidamente, vários usuários das redes sociais se manifestaram contra o Tweet da jornalista, e alguns jornalistas como Allan do Santos (Terça Livre) e Rodrigo Constantino fizeram duras críticas à fala de Vera Magalhães:

Muitos usuários responderam negativamente ao Tweet:

Fonte: Vera Magalhães (via Twitter), Gazeta do Povo