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Maioria da população não atribui ao Presidente Bolsonaro a culpa pelas mortes da Covid

Maioria da população não atribui ao Presidente Bolsonaro a culpa pelas mortes da Covid

Conforme noticiamos ontem, no dia 13 de Agosto o Instituto Datafolha divulgou o resultado de uma pesquisa que aponta um aumento considerável na aprovação do Presidente Jair Bolsonaro.

As entrevistas foram feitas entre os dias 11 e 12 de Agosto, e os números indicam que as avaliações são as melhores desde que o Chefe do Executivo iniciou o seu mandato na Presidência, em Janeiro de 2019.

Ao todo, 37% dos brasileiros consideram o Governo como Ótimo ou Bom, um crescimento de 5 pontos percentuais em relação a análise anterior, que foi feita há dois meses.

Entretanto, o que mais impressiona é que a curva de rejeição foi a que mais caiu: de 44% para 34%, um total de 10 pontos.

Além desta informações, também foi revelado que praticamente a metade dos entrevistados, ou seja, 47%, dizem acreditar que o Chefe do Executivo não tem culpa nenhuma pelos óbitos ocorridos em decorrência da COVID-19.

Os que acham que Bolsonaro tem responsabilidade somam 52% – são 11% os que o veem como principal culpado e 41% os que dizem que ele é um dos culpados, mas não o principal.

Segundo o Datafolha, entre os brasileiros de maior renda (mais de dez salários mínimos) somam 61% os que veem Bolsonaro como o principal ou um dos culpados pelas mortes.

Já entre quem ganha até dois salários mínimos, 49% acham que o presidente não tem nenhuma culpa, mesmo percentual da soma dos que o veem como principal culpado ou corresponsável.

Quando se divide a população por raças, são os pretos o grupo que mais vê culpa do presidente: para 14% ele é o principal culpado pelas mortes, e para 48%, um dos culpados. Também nesse grupo está o menor percentual dos que não veem nenhuma responsabilidade de Bolsonaro, 37%, ante 49% dos pardos e 44% dos brancos.

Quase metade dos brasileiros (49%) também vê responsabilidade do país como um todo, concordando com a afirmação de que o Brasil não fez o suficiente para evitar as mais de 100 mil mortes registradas até agora. O restante se divide entre aqueles que dizem ter sido feito o necessário para tentar evitar as mortes (24%) e aqueles que afirmam que nada as poderia ter evitado (22%).

Fonte: Pleno News

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