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Polícia Federal pede abertura de inquérito para investigar Ministro do STF Dias Toffoli; veja repercussão

Polícia Federal pede abertura de inquérito para investigar Ministro do STF Dias Toffoli; veja repercussão

Uma notícia divulgada pela Folha de São Paulo na noite desta Terça-feira, 11 de Maio, gerou muita repercussão. Ao que parece que os próximos dias serão turbulentos dentro do Supremo Tribunal Federal (STF).

A Polícia Federal (PF) encaminhou à Suprema Corte um pedido de abertura de inquérito para investigar supostos repasses ilegais ao Ministro Dias Toffoli. O pedido tem como base a delação feita pelo ex-Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

Cabral afirma que o magistrado recebeu R$4 milhões para favorecer dois prefeitos cariocas em processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quando era Presidente desta corte no período de Maio de 2014 a Maio de 2016.

De acordo com o ex-Governador, os pagamentos teriam sido realizados nos anos de 2014 e 2015 e realizados por Hudson Braga, ex-secretário de Obras do Rio de Janeiro. Os repasses teriam envolvido o escritório da mulher de Toffoli, a advogada Roberta Rangel.

Pela primeira vez na história a Polícia Federal pede ao STF uma apuração que envolve um de seus ministros. Está acontecendo agora um novo pacote de inquéritos solicitados pela PF a partir da análise da delação feita por Sérgio Cabral, que foi condenado a mais de 300 anos de prisão.

O material foi enviado ao relator do caso, Ministro Edson Fachin, que já encaminhou para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar.

Cabral fechou o acordo com a Polícia Federal e a delação foi homologada em Fevereiro de 2020 pelo Ministro Fachin, que autorizou a abertura de diferentes inquéritos e encaminhou para o então presidente, Dias Toffoli, com pedido de distribuição. Entretanto, Toffoli arquivou as investigações.

Por meio da assessoria, Dias Toffoli afirmou não ter conhecimento dos fatos mencionados e disse que jamais recebeu os supostos valores ilegais e refutou a possibilidade de ter atuado para favorecer qualquer pessoa no exercício de suas funções.

Nas redes sociais, o assunto repercutiu:

Fonte: Gazeta Brasil

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