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Presidente Jair Bolsonaro pede para não correr com a vacina e aguardar comprovação

Presidente Jair Bolsonaro pede para não correr com a vacina e aguardar comprovação

Na manhã desta Segunda-feira, 26 de Outubro, o Presidente da República Jair Bolsonaro conversou com apoiadores na frente do Palácio da Alvorada e disse que não é preciso correr com a vacina.

O Chefe do Executivo reforçou ser demorado o processo de produção de um imunizante e citou o processo mais rápido na produção de uma vacina, contra a caxumba, que durou quatro anos.

Ele defendeu o uso da Hidroxicloroquina, Ivermectina ou Nitazoxanida para o tratamento de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus:

“Eu dou minha opinião pessoal. Não é mais barato nem fácil investir na cura do que na vacina? Ou jogar nas duas, mas também não esquecer a cura. A cura aí… eu, por exemplo, sou um testemunho. Eu tomei a hidroxicloroquina, outros tomaram ivermectina, outros tomaram Anita, e deu certo. E, pelo o que tudo indica, todo mundo que tratou precocemente com uma dessas três alternativas foi curado”.

O Presidente disse que não quer correr ou atropelar para comprar uma vacina que não tenha comprovação científica:

“O que a gente tem que fazer aqui é não querer correr, não querer atropelar, não querer comprar dessa ou daquela sem nenhuma comprovação ainda. A gente aguarda, para melhor poder falar sobre esse assunto, a publicação disso numa revista científica”.

Recentemente, o Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, disse que a questão da vacina precisa ser judicializada, ou seja, passar pela decisão da Corte. Bolsonaro comentou sobre o assunto:

“Temos uma jornada pela frente onde parece que foi judicializada essa questão, e eu entendo que isso não é questão de Justiça, isso é questão de saúde. Não pode um juiz decidir se você vai ou não tomar vacina, não existe isso daí. Nós queremos é buscar solução para o caso”.

O assunto da vacina gerou muita polêmica na última semana, pois o Governador de São Paulo, João Doria, afirmou que a vacinação será obrigatória no Estado, enquanto Bolsonaro disse que o contrário, que não será.

Fonte: Revista Oeste

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