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Grupo de 700 advogados fazem nota em repúdio à CPI liderada por Omar Aziz; leia na íntegra

Grupo de 700 advogados fazem nota em repúdio à CPI liderada por Omar Aziz; leia na íntegra

Nesta Segunda-feira, 13 de Setembro, o nome da advogada Karina Kufa, a qual defende o Presidente da República Jair Bolsonaro, surgiu nos holofotes após ela ser cotada para convocação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

Em mais uma tentativa de criar narrativas e tentar culpar o Chefe do Executivo, a CPI apenas prova que não existe uma real investigação para encontrar um culpado, e sim colocar tudo nas costas de Bolsonaro.

Em protesto à CPI e em defesa à Dra. Karina Kufa, um grupo de mais de 700 advogados de todo o Brasil assinaram um manifesto contestando a convocação da advogada, e também repudiando a Comissão:

“Os Movimentos de Advogados, advogados e advogadas signatários desta nota de todas as partes do Brasil, atentos e preocupados com o desrespeito em que a Advocacia Nacional vem sofrendo com a violação de suas prerrogativas diuturnamente na “CPI da PANDEMIA”, vêm, por meio da presente manifestar irrestrito apoio a Ilustríssima Advogada Karina Kufa, em defesa das suas prerrogativas.

A Dra. Karina Kufa é reconhecida e respeitada por seus pares de profissão, tratando-se de advogada de postura ética, comreputação ilibada na vida íntima e profissional, exitosa na defesa das boas causas e do bom direito, sempre pautando suas ações e condutas com base nos estritos limites constitucionais, processuais e legais.”

Além disso, o manifesto também diz que a convocação da advogada do Presidente é um “abuso de autoridade”:

“A convocação da Dra. Karina Kufa para que preste esclarecimentos em tal CPI, é uma afronta à advocacia, além de causa profissional. Consideramos que os atos praticados pela Presidência, Vice-Presidência e Relatoria da referida comissão parlamentar de inquérito contra nobre colega Dra. Karina Kufa, são claramente eivados de inconstitucionalidade e de abuso de autoridade.”

E em outro trecho sobe o tom dizendo que a CPI é um instrumento “ilegal e autoritário” que promove “assassinato de reputações”:

“Lamentavelmente, a “CPI da Pandemia” tornou-se um instrumento ilegal e autoritário para promover “assassinato de reputações”, “tortura emocional e psicológica”, “abuso de autoridade” e “tratamento desumano” contra advogados(as) no exercício da profissão, investigados e testemunhas, com o propósito de obterem confissões forçadas de fatos supostamente conexos com o objeto das investigações.”

Você pode conferir na íntegra a nota de apoio à advogada abaixo:

Fonte: Movimentos de Advogados

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